Sinais de que seu filho autista pode não estar respondendo ao tratamento atual
- Abins Saúde
- 17 de dez. de 2025
- 2 min de leitura
O tratamento do transtorno do espectro autista (TEA) precisa acompanhar o ritmo e as mudanças da criança. À medida que ela cresce, novas demandas surgem e o que funcionava antes pode deixar de oferecer o suporte necessário. Reconhecer esses sinais é um gesto de acolhimento e pode transformar o bem estar do seu filho.

Mudanças emocionais que merecem atenção
Um dos primeiros indícios de que algo não vai bem é uma mudança no estado emocional. Irritabilidade mais intensa, crises mais frequentes e reações desproporcionais a situações simples mostram que a criança está se sentindo sobrecarregada.
A regressão de habilidades também é um sinal importante. Dificuldade na comunicação, recusa de atividades que antes eram tranquilas, interesse reduzido por interações ou perda de autonomia no dia a dia indicam que o desenvolvimento não está fluindo como esperado.
Quando o corpo fala antes das palavras
O corpo muitas vezes revela o que a criança ainda não consegue expressar. Aumento da hipersensibilidade a sons, luzes, texturas ou ambientes movimentados demonstra que o sistema sensorial está em desequilíbrio.
O sono também costuma refletir essa sobrecarga. Dificuldade para adormecer, noites inquietas e despertares constantes mostram que o tratamento pode não estar oferecendo o suporte emocional necessário.
Comportamentos repetitivos podem se intensificar e, em quadros mais delicados, podem surgir comportamentos autolesivos, o que reforça a necessidade de revisão terapêutica.
Hora de ajustar o cuidado
Se esses sinais se tornam frequentes ou mais intensos, é importante conversar com os profissionais que acompanham seu filho. Uma avaliação cuidadosa pode identificar o que precisa ser ajustado no plano terapêutico, seja na rotina, nos estímulos, nas abordagens ou nas estratégias sensoriais. Mudanças na escola, desafios familiares ou fatores ambientais também influenciam a resposta da criança. Por isso, observar o todo é essencial para garantir um caminho mais equilibrado.

Novas possibilidades que podem fazer a diferença
Em crianças que apresentam sintomas mais intensos e pouca resposta ao tratamento tradicional, alguns médicos têm considerado o canabidiol (CBD) como recurso complementar. Estudos e experiências clínicas apontam que o CBD pode ajudar na redução da irritabilidade, na melhora do sono, na diminuição da ansiedade, na regulação emocional e na suavização de crises sensoriais.
O CBD não substitui terapias comportamentais, mas pode ser um apoio importante quando a criança não encontra estabilidade apenas com o tratamento convencional.
Cuidar também é buscar novas alternativas
A ABINS acredita que a informação salva vidas. Se você deseja entender se o CBD pode apoiar o bem estar do seu filho, nossa equipe está preparada para orientar com acolhimento e responsabilidade.




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