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Meu médico não quer prescrever CBD: o que faço agora?

Atualizado: 19 de jan.

A busca pelo canabidiol (CBD) tem aumentado porque muitas pessoas encontram nele uma alternativa segura para sintomas que não respondem bem aos tratamentos tradicionais. Porém, é comum que algumas famílias ou pacientes se deparam com uma situação frustrante: o médico que acompanha o caso não quer prescrever CBD.

Isso pode gerar dúvida, receio e até sensação de desamparo, mas existem caminhos cuidadosos e responsáveis para seguir em frente.

mulher loira segurando frasco do CBD

Por que alguns médicos ainda não prescrevem CBD

A recusa em prescrever CBD não significa que o profissional é contra você ou contra o tratamento. Na maioria das vezes, isso acontece por motivos como falta de formação na área, pouca familiaridade com a cannabis medicinal ou insegurança diante das normas atuais. O tema avança no Brasil, mas ainda é novo para muitos profissionais.

Alguns nunca tiveram contato com protocolos, dosagens, interações medicamentosas ou estudos recentes. Outros preferem esperar diretrizes mais claras ou buscam primeiro esgotar as terapias convencionais.

Compreender esse cenário ajuda a lidar com a situação de forma mais leve.


Como iniciar uma conversa aberta e respeitosa

Se você sente que o CBD pode ser uma opção importante, vale conversar novamente com o médico e explicar o motivo pelo qual está buscando essa alternativa.

Levar perguntas objetivas pode ajudar. Você pode perguntar sobre como ele vê o CBD dentro do contexto do seu caso, quais preocupações tem e que evidências gostaria de analisar.

Às vezes, o médico apenas precisa de mais informação ou de tempo para estudar o tema. Em alguns casos, é possível que o próprio profissional indique outro especialista para acompanhar o tratamento com cannabis medicinal.


Quando vale buscar uma segunda opinião

Se a recusa permanece mesmo após uma conversa respeitosa, buscar uma segunda opinião pode ser uma decisão cuidadosa e responsável.

Assim como acontece com qualquer outro tratamento, consultar um profissional que tenha experiência em cannabis medicinal traz segurança e permite avaliar se o CBD realmente faz sentido para você.

O objetivo não é abandonar o médico atual, e sim somar conhecimentos e construir um cuidado mais completo.




mão segurando frasco com cor amarelada


Profissionais especializados oferecem um olhar mais amplo

Uma consulta com um médico que já atua com cannabis medicinal pode esclarecer dúvidas sobre tipos de extrato, formas de uso, dosagens iniciais, monitoramento e tempo de resposta.

Esses profissionais estão acostumados a lidar com casos refratários, a acompanhar o ajuste fino do tratamento e a avaliar riscos e benefícios de maneira personalizada.

Isso não substitui sua equipe multidisciplinar, mas complementa o cuidado em segurança e responsabilidade.


Validar o seu sofrimento também é parte do tratamento

Muitas famílias que chegam ao CBD estão lidando com dor, crises, insônia, ansiedade intensa ou sintomas que já duram anos. Negar essa realidade não ajuda.

Se o tratamento atual não está funcionando, é legítimo buscar alternativas. Isso não significa desrespeitar o médico, e sim defender o bem estar de quem você ama.

O CBD não é solução para tudo, mas tem se mostrado uma ferramenta valiosa para sintomas complexos, especialmente em casos refratários.


Caminhar com apoio faz toda diferença

Se você está passando por essa situação, saiba que não está sozinho. Muitas famílias chegam ao CBD porque não encontraram resposta nos tratamentos tradicionais, e buscar outra opinião é um gesto de cuidado.

A ABINS conta com médicos parceiros que têm experiência na prescrição segura do canabidiol e que podem avaliar cada caso com atenção, responsabilidade e sensibilidade. Ter acesso a profissionais familiarizados com o tema ajuda a trazer clareza, segurança e caminhos possíveis para o seu tratamento.



 
 
 

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